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Seu plano de saúde negou ABA, fonoaudiologia ou terapia ocupacional para seu filho com TEA?

A negativa do plano não é a palavra final. Mande uma mensagem e entenda, sem compromisso, o que pode ser feito no seu caso.

Resposta em até 30 minutos, no horário comercial. Sem compromisso.

Marcos Vinícius, advogado responsável pelo MK Jurídico

Se você está passando por isso, não está sozinha

  • O plano cobriu ABA por meses e, de repente, negou, sem aviso e sem explicação clara.
  • O médico prescreveu 20 sessões e o plano liberou 4.
  • Não existe clínica credenciada para TEA em Lages, e o plano se recusa a custear fora da rede.
  • Seu filho ficou meses sem terapia enquanto você tentava resolver pelo atendimento do plano.
  • Você pensou em procurar a Justiça, mas não sabe quanto custa nem quanto tempo demora.

Como funciona o processo

  1. Conversa inicial Você conta o que aconteceu no WhatsApp. Verificamos se o caso tem viabilidade.
  2. Reunião dos documentos Laudo médico, prescrição das terapias e a negativa do plano. A lista completa está abaixo.
  3. Ação com pedido de liminar A ação é ajuizada com pedido de tutela de urgência, para que o tratamento não espere o fim do processo.
  4. Decisão sobre a liminar Quando deferida, costuma sair em poucos dias e o plano é intimado a cumprir de imediato, enquanto o processo principal continua.

Os prazos variam conforme a vara e a documentação apresentada. Nenhum resultado é garantido, e cada caso é analisado individualmente.

Por que vale a pena agir agora

  • O STJ já decidiu que o rol da ANS é exemplificativo e que a cobertura das terapias indicadas para o TEA não pode ser limitada por número de sessões.
  • A Resolução ANS 539/2022 obriga o plano a cobrir o método prescrito pelo médico que acompanha a criança.
  • A Lei Berenice Piana reconhece a pessoa com TEA como pessoa com deficiência para todos os efeitos legais.
  • Cada mês sem terapia é um mês de desenvolvimento que não volta. O tempo, aqui, é parte do problema.

Jurisprudência favorável não é promessa de êxito. A forma de pagamento é conversada na avaliação do caso, de acordo com a realidade de cada família.

Documentos que já ajudam na primeira conversa

Você provavelmente já tem quase tudo em casa. Se faltar algum, a gente orienta como conseguir.

  • Laudo médico com o diagnóstico de TEA. De neurologista, psiquiatra ou neuropediatra.
  • Prescrição das terapias. Com a frequência semanal indicada pelo médico.
  • A negativa do plano, por escrito. Se foi dada só por telefone, a gente orienta como registrar.
  • Comprovante de vínculo com o plano. Carteirinha, apólice ou extrato.
  • Recibos de terapias pagas do próprio bolso, se houver.
  • RG e CPF do paciente e do responsável.

Dúvidas que toda família tem

E se eu gastar com advogado e não ganhar?

Essa é a preocupação mais comum, e é legítima. A forma de pagamento é definida junto com você na avaliação do caso, considerando a realidade da sua família. Nada é contratado antes de você entender exatamente as condições.

Vai demorar anos?

O pedido de liminar existe justamente para isso: ele busca uma decisão no início do processo, para que o tratamento não fique esperando a sentença final. Os prazos variam conforme a vara e a documentação.

Não tenho dinheiro agora.

Famílias de baixa e média renda podem pedir a gratuidade de justiça, que isenta as taxas do processo. Isso é avaliado na primeira conversa, sem compromisso.

Já tentei resolver direto com o plano e não deu em nada.

A via administrativa tem limite. É exatamente por isso que a via judicial existe, e é nela que a jurisprudência do STJ sobre cobertura de terapias para o TEA se aplica.

Tenho medo de prejudicar meu filho.

A ação é entre a família e o plano de saúde. Ela não envolve a escola, não envolve o médico e não interrompe o acompanhamento do seu filho.

Conte o que aconteceu. A avaliação é sem compromisso.

Resposta em até 30 minutos, no horário comercial. Sem compromisso.

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